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enfim, formada

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    Já se passaram 14 anos… anos de muitos aprendizados. No entanto, reconheço que o ano mais transformador para mim foi 2025 .     Acredito firmemente que a escola não nos ensina para a vida — e isso pode ser percebido ao observar a educação brasileira atualmente. Esse é um tema que abordo em outros artigos aqui do blog, o que não vem ao caso agora.     É estranho perceber como a escola ainda nos trata como crianças em uma fase em que já não somos mais, reforçando a normalização de atitudes infantis em adolescentes com quase 18 anos. Com isso, acaba limitando nosso contato com a vida real: o mercado de trabalho , as pessoas, os conflitos e as responsabilidades.     Após todos esses anos nesse ambiente, defendo que só aprendemos coisas realmente profundas sobre a vida e sobre nós mesmos quando escolhemos estar disponíveis para isso. Eu aprendi quando deixei de apenas cumprir presença e passei a observar as pessoas, os conflitos e a mim mesma dent...

Enem: uma competição injusta

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    Antes de qualquer coisa, gostaria de deixar bem claro que o artigo a seguir não incentiva o abandono escolar, a não realização da faculdade, dos estudos ou do Enem .     Desejo apontar a desigualdade dentro dessa competição — e não com o objetivo de fazê-lo desistir, mas sim de incentivar você a estudar e lutar ainda mais para passar por essa etapa, independentemente de quantas vezes precise tentar, ou até para melhorar o caminho dos vestibulandos do futuro.     Dito isso, sente-se e tenha uma ótima leitura.     Se todos estamos submetidos a passar mais de cinco horas sentados respondendo às mesmas 180 questões e elaborando a mesma redação , por que não temos os mesmos recursos de estudo, o mesmo tempo, as mesmas oportunidades e dificuldades ?     Estou finalizando o 3° ano do ensino médio e, com isso, vem a pressão do Enem. Estudo em período integral, numa carga horária em que disciplinas como geografia , sociologia , filosofia , ...

6 de outubro: Dia da Paralisia Cerebral

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    Hoje, dia 6 de outubro, é o Dia Mundial da Paralisia Cerebral , criado para conscientizar a sociedade sobre os direitos, desafios e potencial das pessoas com essa condição, além de incentivar mais inclusão, respeito e acesso à reabilitação.     Esse é um assunto fora da curva desse blog. No entanto, com a visibilidade que o nosso blog está ganhando a cada mês, tive a ideia de abordar esse tema que é muito pouco comentado. Diante disso, sente-se e curta a reflexão!     Paralisia Cerebral é uma condição neurológica não progressiva (ou seja, não piora com o tempo) que afeta movimentos, postura e coordenação.      Recentemente, tive a oportunidade de assistir o filme chinês Big World (2024), onde apresenta com sensibilidade a jornada de Liu Chunhe (Jackson Yee), um jovem adulto que possui paralisia cerebral. Ao decorrer da obra, vemos os desafios financeiros, preconceitos e um sistema social pouco acolhedor.      Primeiramen...

o rancor é um veneno!

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    Rancor , ódio, raiva e mágoa são sentimentos fortíssimos. Mas mais do que isso, eles são  corrosivos . Não é atoa que adoecemos quando não lidamos corretamente com eles.     O foco de hoje é sobre o rancor, que acarreta tudo isso que citei anteriormente.      Muitas vezes acreditamos que alimentar esse sentimento vai nos ajudar de alguma forma — fortalecer o ego ou nos dar prazer ao ver a queda das pessoas que nos causaram mal. Entretanto, adivinha quem mais se afunda nisso tudo?     Sim, você!      Sentir ódio, mágoa e rancor é normal; faz parte da natureza humana. Mas o que realmente importa é como decidimos reagir e regar essas emoções.     Todos nós temos assuntos não resolvidos e emoções não digeridas . Nessas situações, carregamos um rancor profundo por alguma pessoa, que só de ouvir o nome da pessoa, nosso coração aperta e a raiva borbulha pelo corpo.     E o que isso nos traz de benefício?...

o amor que te salva não vem de fora.

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    "Você vai se amar ou você vai esperar ser validada pelo outro para saber se o amor existe?" —  Kakal Carrara de Alcantara .     Desde o nascimento, somos dependentes do cuidado dos outros para sobreviver. Isso cria em nós o desejo profundo de pertencer.     É necessário — e lindo — receber e oferecer amor. No entanto, o problema começa quando esse processo deixa de ser natural e passamos a forçar pessoas e situações para suprir a validação que habita em nós.     Buscamos validação em relacionamentos amorosos para nos sentirmos completos e amados, nas amizades para sermos incluídos e aceitos, e assim por diante. Através dessa busca, muitas vezes, enfrentamos humilhações, falta de respeito, confusões emocionais e até a perda da nossa própria dignidade. Digo isso por experiência própria!     Essa necessidade de validação nasce das crenças que carregamos e dos sentimentos não trabalhados internamente.     É extremamente p...

você está se mergulhando no sofrimento.

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    Antes de tudo, é importante dizer que este texto trata das dores que escolhemos manter, e não daquelas às quais muitas pessoas foram submetidas sem escolha — como violências, depressão ou abusos. Diante disso, sente-se, tenha uma boa leitura e reflexão. ╔══ஓ๑♡๑ஓ══╗     Por que ficamos tanto tempo alimentando algo que nos faz sofrer?     Por que escolhemos uma posição de inferioridade em algumas situações ?     Tentamos buscar respostas para nos manter acorrentados a tal sentimento, pessoa ou circunstância, tentando ter uma sensação de controle... Tentamos entender a bagunça emocional, ações e decisões alheias, como se isso fosse mudar algo nelas ou nos beneficiar de alguma forma. Mas cá entre nós... Isso não nos leva a lugar nenhum. Você também pode estar esperando reconhecimento daqueles que lhe causaram tal sofrimento, mas eles não vão pedir desculpas... Isso exige uma consciência que eles não têm.      É mais difícil decidir ...

caso tenha que escolher, escolha você!

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    Essa frase parece clichê, mas possui um significado complexo e tem extrema importância atualmente.     É assustador como podemos abrir mão dos nossos próprios valores , bem-estar e de nós mesmos por causa de pessoas e situações...    Muitas vezes temos consciência disso e escolhemos permanecer, devido a diversos motivos. Acabamos nos matando por dentro para que um indivíduo ou circunstância permaneça viva em nossa vida... Isso é assustador.     Sabemos que faz parte de uma vida equilibrada ter momentos de desequilíbrio, perdas, confusão, e assim por diante. É algo normal. No entanto, não é normal estar sempre escolhendo colocar condições e pessoas acima da nossa saúde mental .     Não podemos dar poder a ninguém, nem a nenhuma situação, para nos rotular ou nos impor inseguranças e sombras que não nos pertencem. Podemos compreender, mas não devemos carregar fardos alheios, prejudicando e manipulando nossa própria visão.    ...